sábado, 17/10/2026

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Diário de Campinas

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Análise das Questões do Vestibular da Unicamp: Desempenho em Disciplinas nos Últimos 6 Anos

Atenção, vestibulandos! Neste domingo (18), os candidatos ao Vestibular 2027 da Unicamp enfrentarão a primeira fase do exame e poderão contar com a cobertura completa do g1. A equipe estará presente nos locais de…

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Atenção, vestibulandos! Neste domingo (18), os candidatos ao Vestibular 2027 da Unicamp enfrentarão a primeira fase do exame e poderão contar com a cobertura completa do g1. A equipe estará presente nos locais de prova, oferecendo uma transmissão ao vivo com a resolução comentada das questões, além da elaboração de um gabarito extraoficial.

Nos últimos seis anos, a Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) analisou o desempenho dos candidatos para identificar quais disciplinas apresentaram questões mais desafiadoras. O levantamento revelou que a matemática se destacou com um maior número de questões difíceis. Em 2026, por exemplo, duas questões de matemática e uma de língua portuguesa se destacaram entre as cinco com menor índice de acertos. Por outro lado, sociologia teve a questão mais fácil, com 92% de acertos entre os candidatos.

O Índice de Facilidade (IF) utilizado pela Comvest é um importante critério para classificar as questões, permitindo entender a dificuldade enfrentada pelos candidatos. Essa análise ajuda a Comvest a aprimorar as provas, garantindo que elas cumpram sua função de diferenciar os alunos, sem, no entanto, avaliar o desempenho individual de cada estudante.

Entre as 430 questões analisadas de 2021 a 2026, 113 foram consideradas difíceis, e 10, muito difíceis. A matemática, com suas 72 perguntas, teve 36 itens com índice de acerto abaixo de 40%. Para o coordenador de pesquisa da Comvest, Rafael Pimentel Maia, é crucial entender que a análise pós-prova visa aprimorar os exames futuros e não medir a preparação dos alunos.

Na última edição do vestibular, os candidatos acertaram, em média, 36,8 das 72 questões, uma leve queda em relação ao ano anterior. Maia alerta que essa variação não deve ser interpretada como uma falta de preparo, já que cada edição do exame traz um novo conjunto de desafios. Assim, as médias devem ser vistas com cautela, e variações não significam necessariamente uma tendência negativa.

Com as provas se aproximando, os estudantes devem estar atentos às dicas e informações que o g1 está disponibilizando. Não perca a oportunidade de se preparar da melhor maneira para enfrentar mais um desafio rumo à tão sonhada vaga na universidade!