Na manhã deste domingo (25), o segundo turno das eleições em Campinas (SP) foi marcado por uma forte chuva que trouxe transtornos à cidade e região. Um dos locais mais afetados foi a Rua do Colégio Notre Dame, onde 2.354 eleitores enfrentaram alagamentos que tornaram a passagem impossível.
Em Sumaré, a situação não foi diferente. A Rua Claudemir Eugênio, localizada na Vila Diva, também ficou completamente submersa, exigindo a intervenção do Corpo de Bombeiros, que utilizou um bote para resgatar os moradores em dificuldade.
Apesar da intensidade das chuvas, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) informou que, até às 7h30, não havia alterações nos locais de votação devido às condições climáticas. A Defesa Civil do Estado confirmou que Campinas registrou 83 milímetros de chuva nas últimas 12 horas, refletindo um cenário preocupante em outras cidades da região, como Amparo e Holambra, que também sofreram com volumes elevados de precipitação.
Além dos alagamentos, Campinas enfrentou quedas de árvores que resultaram na interdição de várias vias, incluindo a Rua Antônio de Oliveira Valente, a Rua Luiz Moretzshon Camargo e a Rua Carolina Henriqueta Prado. Outros pontos de alagamento que geraram bloqueios foram registrados nas proximidades do Kartódromo e nas ruas Maria Tereza Dias da Silva e Luiz Piva.
Com os relatos de alagamentos se espalhando, a EPTV, afiliada da TV Globo, também recebeu chamadas de moradores de Sousas sobre a situação crítica na região. A chuva trouxe não apenas desafios logísticos para a votação, mas também um alerta sobre as condições climáticas que afetam a vida cotidiana da população.


